As formigas continuavam no carreiro como se nada de mau acontecesse. O facto de o puto se divertir a mijar-lhes em cima, a esmagar uma ou outra, a colocar meia-dúzia delas directamente na teia de uma aranha, o facto de o puto se distrair a atazaná-las parecia não as incomodar nem um bocadinho. Limitavam-se a mudar de direcção, a voltar para trás, ignoravam a maldade sádica da criança e continuavam a viver a sua vida, como fazem as formigas.
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