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terça-feira, agosto 09, 2011

quarta-feira, julho 15, 2009

Não me apetece falar mais de Nova Iorque (tertúlia final)

Não me apetece e no entanto é, ainda, de Nova Iorque que falo neste post. Que raio de contradição! Ou talvez nem por isso. Se calhar até faz sentido, embora me pareça que estou a abusar da falta de conteúdo, escrevendo uma sequência de frases que não fazem sentido nenhum. Imagino que seja a isto que certos escritores se referem quando utilizam a expressão "caminhar sobre o vazio"... uma pessoa desiquilibra-se e cai, infinitamente, até ao esquecimento. A Tertúlia Virtual, ao que parece, chega ao fim. Pronto. Caiu no vazio. Vamos recordá-la enquanto lhe dizemos adeus. Amanhã será uma grata recordação. Como Nova Iorque. Como a bela sanduiche de presunto que comi há umas horas. Como outras coisa de que já não me lembro. Adeus Tertúlia. Olá Coisa Nova (sejas lá tu o que fores). Agora estou confuso. Já não sei se Nova Iorque foi, de facto, o tema deste post. Se calhar não foi. Então talvez a conversa não seja tão parva como parece. Eventualmente até que é completamente estúpida. A conversa, quero dizer...

segunda-feira, junho 15, 2009

Que lugar te faz sentir em casa? (Tertúlia Virtual)


A resposta óbvia é "em casa sinto-me em casa". Pois. Mas a casa é meio camaleão. Muda de cor, muda de forma, até muda de lugar! O ambiente não é sempre o mesmo nesse lugar a que chamo casa. É um lugar vivo. Sinto-me em casa no lugar onde sinto que me amam e onde eu amo as pessoas. Essa é a minha casa. Pode ficar em qualquer lugar.

sexta-feira, maio 15, 2009

5 coisas e uma ilha deserta (tertúlia virtual)






Assim de repente levava estas coisas. Não levava pessoas porque, com o veleiro, talvez conseguisse regressar. O "1984" porque ando há que tempos para o reler e ainda não me meti nisso. O resto, bom, o resto é mais ou menos óbvio. Talvez levasse umas cervejinhas escondidas.









quarta-feira, abril 15, 2009

Não há maior prazer que a Liberdade de ser livre




LIBERDADE

Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!
Ler é maçada,
estudar é nada.
O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
como tem tempo, não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca...

Fernando Pessoa

domingo, março 15, 2009

Desejo


O desejo tem um nome, tem um rosto, corpo e vive junto a mim.

domingo, fevereiro 15, 2009

Tempo

O Merdanauta
acrílico e esferográfica sobre capa de caderno preto

O tempo é uma mentira que inventámos para preenchermos os dias que vivemos.

Se o tempo existisse de facto não teríamos tempo para mais nada que não fosse ele próprio. O próprio tempo. Seríamos escravos do tempo. Trabalharíamos em função do tempo. A nossa vida haveria de ser regida por medidas de tempo tão específicas que o mais ínfimo dos momentos não nos poderia pertencer, sendo propriedade do tempo.

O tempo é uma mentira que inventámos por não sermos capazes de suportar a verdade. E a verdade é que o tempo não existe!

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Brasil (Tertúlia Virtual)


Nunca fui ao Brasil mas o Brasil veio até mim nas mais diferentes formas e feitios. Começou por chegar nos livros de História, quando era ainda um menino e as viagens marítimas faziam parte do imaginário do pessoalzinho. Juntamente com as narrativas históricas vinham Pelé e Tostão, Clodoaldo, Jairzinho e Rivelino, nos cromos do Mundial de 1970, no México (penso que o "goleiro" era o Leão, mas já não tenho a certeza). Mais tarde ouvi discos de Caetano Veloso vi, na televisão, um "show" de Elis Regina, a preto e branco, que me deixou intrigado. O tempo foi passando e o Brasil era, cada vez mais, futebol e samba, tal como Portugal era futebol e fado. No Brasil havia o Cristo Redentor e por aqui reinava a Nossa Senhora de Fátima. Mais tarde veio a Revolução em Portugal e Chico Buarque cantava "sei que estás em festa, pá..." o que me deixou a pensar um pouco, não muito, sobre um Brasil com mais coisas que Pelés e batucadas. Entretanto romperam as telenovelas com Gabriela Cravo e Canela à cabeça. Eu cresci e o número de visitas que o Brasil me ia fazendo cresceu também. A minha primeira História da Arte de E. H. Gombrich era uma edição brasileira. O planeta foi encolhendo graças aos meios de comunicação de massas (que os brasileiros chamam "mídia") e o Brasil ganhou uma cara mais definida e menos simpática. Um mundo imenso e variado de personagens coloridas e fortíssimos contrastes sociais. Hoje o Brasil é um universo de blogues escritos por gente que fala a mesma língua que eu falo e com quem me entendo às mil maravilhas. Ah, já me esquecia que, como se diz por aí, "Deus é brasileiro!". Só pode!

quarta-feira, outubro 15, 2008

Voar (blogagem colectiva da Tertúlia Virtual)

Dentro da gaiola também se voa.
(Tweety obra de Banksy)

segunda-feira, setembro 15, 2008

Solidário


Sólido e solidário

post para a Tertúlia Virtual

tema-SOLIDARIEDADE

clica na imagem

sexta-feira, agosto 15, 2008

terça-feira, julho 15, 2008

O melhor lugar do mundo


O melhor lugar do mundo é esse aí em cima. Belo de tão enigmático e profundo como a sua ausência. Quando lá vou sinto-me como se estivesse em casa. Por vezes penso mesmo que seja em minha casa. Mas talvez não seja. Talvez não exista. Talvez seja exactamente igual a todos os lugares onde é melhor estar do que estar ali. Serenamente obscuro. Grandioso. Negro.