Tenho meia-dúzia de boas histórias que posso contar (presunção?). São histórias de algum modo relacionadas com Artes Plásticas (escrever estas palavras com maiúsculas causa-me uma certa comichão no céu da boca). Já chega de parêntesis!
Desde a minha famosa teoria sobre A Fonte de Duchamp até à visão dantesca de uma sala repleta de esculturas gregas no Museu do Louvre ou a constatação de que muita gente olha sem ver, penso que poderei narrar factos, invenções e maravilhas com alguma leveza, escrevendo textos que não pesem na caixa craniana do leitor ocasional.
Nem eu sou um erudito, nem o meu eventual leitor será versado em grego antigo ou aramaico. É um sonho que vai ganhando contornos cada vez mais definidos no meu imaginário. Serei capaz de alguma vez me atrever a fazer tal coisa? Temo que sim. Haja lata e falta de preguiça.
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