Passou mais um dia 25 de Abril e, mais uma vez, eu e a Ana fizemos a Avenida da Liberdade por ali abaixo. Participar no desfile, se bem que de forma muito discreta, faz parte das nossas vidas. É uma festa, uma coisa bonita e comovente. As pessoas sentem-se felizes, são milhares e milhares de pessoas felizes que exteriorizam sentimentos positivos. É mesmo bonito de ver e de viver.
De manhã tinha assistido na TV ao discurso do André fascista na Assembleia da República. O contraste não poderia ser maior. O gajo é só fel e sentimentos retorcidos. Vontade de proibir, de impor regras porque sim e regras porque não. Quer ajustar contas que nem sequer são dele. Chega a meter dó, com o seu cravozito verde tricotado sabe-se lá por quem.
O espírito de Abril, com o passar do tempo, é cada vez mais primaveril. A Revolução é como a Primavera.
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