sábado, maio 27, 2006

Export-export


Continuo com dúvidas do tamanho de uma manada de camiões. Exportar a Democracia será um bom negócio?
Têm ficado os importadores do nosso modelo político e social a ganhar alguma coisinha que se veja quando põem o brinquedo a funcionar, lá na terra deles? Quer-me parecer que não. Quer-me cada vez mais parecer que andamos a vender gato por lampreia e por detrás do nosso Humanismo versão século XXI anda asneirada da grossa escondida com um grande mangalho de fora.
Tudo estará bem quando, num novo território bafejado pelo hálito a rosas das democracias capitalistas, abrir um Mc Donalds e estará perfeito quando chegar o Kentucky Fried Chicken, tudo regado com a melhor Coca-Cola da última colheita. E nós fazemos parte desta merda, somos peças da máquina que provoca problemas mesmo querendo ser peças da máquina que engendra soluções. Tá mal!
Temos uma vinhaça tão baril... se exportássemos apenas Baco aos pedacinhos e metido em garrafas não seríamos mais felizes e, sobretudo os importadores, não seriam muuuuito mais felizes? Temos por aí deuses aos pontapés e insistimos em exportar o mais escorregadio de todos, o Deus Dólar (nem sequer podemos pôr no altar o Deus Euro!). Chiça penico!

2 comentários:

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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