sexta-feira, janeiro 19, 2007

O Dia do Carneiro


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Quíron dá uma prendinha ao Sr. Silva; A Rarat Tumba Bara; Suspeito; Miss do Mundo; Eu não sei quem tu és; O Homem-Dúvida; The last living souls; Red Right Hand; In God we trust; Bons amigos maus amantes; O Libertino passeia por Braga, a Idolátrica, o seu esplendor; Dia de Todos os Santos; Ave Gratia Plena!; Um caso bicudo; Se morresse gostava de ir ao céu; Negócio fechado; Nós Vida, Allahu Akbar; Arrumando o Cordeiro mal morto; Afastar a morte; Orpheu sou eu !!!; Lázaro fede; Giotto em Cape Town; Sociedade Recreativa ou José, o Virgem Pai; São João Paulo num segundo; Lá no fundo somos todos boa gente.

Painel de 27 desenhos tamanho A3 em sumptuosa técnica mista com prevalência de aveludada tinta-da-China combinada com colagens muitíssimo refinadas e um pouco de cor (dominante ocre) com porta incrustada e aberta sobre fundo sem luz.
Aid El Quebir- O Dia do Carneiro é o título genérico da peça (saltar ao blog Pobre e Mal Agradecido para melhor compreender, o link está aí acima do lado direito).

A imagem representa o esquema de leitura da dita peça e por baixo estão os títulos de cada desenho (que os têm individualizados). Enfim, uma peça ilustrativa do meu trabalho mais recente misturado aqui e ali com desenhos mais antigos ("Lázaro fede", por exemplo, é de 1995).
Ainda não vi a totalidade das obras que compõem este Decrescente Fértil que tem inauguração marcada para mais daqui por um bocado. Estou a beber um café e a fumar um cigarrito antes de meter botas ao caminho.

Boa noite.

2 comentários:

alexandra cristóvão disse...

bem te podias ter despachado, ó silvares! percebi melhor (agora) o que os teus desenhos tinham para contar, + ainda do que a sumptuosa, refinada e aveludada mistura de negros, fragmentos, paredes instáveis e tectos abertos poderia fazer ver.

Silvares disse...

Estive eu a fazer este folheto para o deixarem meio escondido lá na sala e ninguém (ou quase) poder perceber melhor aquela aparente confusão total!
Beijos.