quinta-feira, dezembro 21, 2006

Cabeças de cartaz















O que têm em comum todas estas personagens (e mais uma boa mão-cheia delas que não fui capaz de pescar na memória nem na NET)? Pois, acertaste, todas elas foram, à vez, cabeças de cartaz no circo ministerial da educação indígena (esta última não sei bem, não tenho a certeza quem é, mas pode muito bem ter sido ministra da educação... ou não?).

A coisa está caótica? Pois está! Mas nenhum deles tem culpa nenhuma uma vez que todos fizeram o melhor que sabiam e podiam para cuidar da educação com carinho e profissionalismo.

Quantos ministros da educação tivemos, pelo menos, nos últimos 30 anos?

Entretanto fui dar com este lugar http://www.sg.min-edu.pt/museu_3_2.htm que recomendo vivamente a todos os que se interessam pelo fenómeno educativo e são possuidores de um estômago forte e nervos de aço.

Estive a contar os bonecos e, desde o 25 de Abril de 1974, tivemos 25 ministros da educação!!! É uma média de fazer inveja a qualquer país civilizado e mostra bem a quantidade de gente com qualidades excepcionais que por aí escondida das luzes da ribalta e que, se fosse chamada a ocupar uma pasta ministerial, era bem capaz de voltar a meter a nação nos eixos! Muitos deles andam a conduzir táxis em Lisboa.

Como tivemos, decerto, muitos milhares de professores está bom de ver e fácil de calcular quem são os principais responsáveis pelo caos a que chegámos. Agora até os tribunais se metem ao barulho e vão condenando... o ministério

Primeiro por causa da repetição fraudulenta dos exames de Física e de Química, agora por não reconhecer o direito a remuneração dos professores que têm leccionado aulas de substituição. Será má vontade dos tribunais ou a equipa do ministério é, verdadeiramente, um comboio de incompetentes puxado por uma estranha locomotiva?

2 comentários:

pandoracomplexa disse...

que belo casting.........

alice disse...

Uns lembrava-me, outros não! Até a
Ferreira Leite foi ME! Aposto que todos eles inscreveram os filhos, netos e bisnetos fora do sistema educativo que tutelaram! e aposto também que mais de 50% preferiram as escolas de língua estrangeira...
Bom Natal, amigo!